ACONTECEU COMIGO

ultima revisão em 19/05/2006

   
 

 
Referência : Estréia do sidecarl
por JOSÉ PAULO AMBRÓSIO, enviada por e-mail em 18/05/2006

Titulo : " Realizando um sonho ... "

Depois de longos e polêmicos 12 meses, (re) nasceu o sidecar. Um sonho que se tornou realidade em Abril de 2005, quando em visita a feira de carros antigos que acontece em Águas de Lindóia, consegui comprar um sidecar original de chapa para a Lambretta Li ! Com muito estudo e persistência no último dia 07/05/2006 fomos ao seu primeiro encontro, no Encontro Mensal do LTB da Estação da Luz que é conjunto ao Tradicional Encontro de Autos e Motos Antigas !
Para quem participa, sabe que é o melhor encontro de antigos que acontece em São Paulo... e não foi por menos... a Lambretta com o sidecar foi alvo de muitos elogios, muitas fotos e muitas perguntas sobre. Enfim tudo o que se tem de direito para o sentimento do que vale ser colecionador...
E a todos que se envolveram, direta e indiretamente, no meu projeto do  SIDECAR, o meu sincero MUITO OBRIGADO !

Abraços e até o próximo projeto ...
 

 

 
Referência : Presente surpresa que foi minha surpresa em 21/09/2005
enviado por JOÃO TADEU BOCCOLI em 20/10/2005

Titulo : " dez homens e um segredo "

Os homens : Agnaldo, Amorim, Beto, Ednar, Sr. Geraldo,  Sr. José,  José Paulo, Marcos, Poló e o Téo.
O segredo : Lambretta MS 150 - mini saia - 1973.
 
Foi um exercício cardíaco, e não era meu aniversário !
Após ter negociado a compra da MS com o Sr. Geraldo, pedi ao amigo José Paulo que me ajudasse na retirada da mesma pois ele tem uma caminhonete. Retiramos, analisamos, levamos ela até o Poló, analisamos mais um pouquinho, e sai de lá cheio de orgulho e ansiedade.
Testemunho ainda a minha satisfação pois naquele momento, sendo dono de uma Vespa 87, estaria apto a adentrar no quadro de membros do LTB.
No dia seguinte, já separando o numerário para pagar o Sr. Geraldo, recebo por e-mail uma carta que pelas palavras contidas já se bastaria, porem a mesma lançava uma surpresa maior; estes 10 bons amigos, em nome do LTB, estavam me presenteando a MS.
Nos meus 47 anos, já acreditando que nada mais me surpreenderia na vida, me vejo aos prantos como um garoto que acabou de ganhar sua primeira bicicleta. Essa emoção definitivamente marcou a minha vida para sempre ...
Deixo patente meus eternos agradecimentos, e a promessa de transformar essa MS, não num símbolo material do que possa ser o LTB, mas como a  amizade, generosidade e coleguismo formam o LTB.

' pequenas rodas ... grandes amigos ' construindo pontes e não muros !
 

   

 
Referência : Cotação de preços feito a um revendedor de peças em Portugal
por JOSÉ PAULO AMBRÓSIO, enviada por e-mail em 01/10/2005

Titulo : " cada resposta "

(transcrição parcial)
[ Olá. Quase todos os dias recebo mails do Brasil a pedir preços de peças lambretta só que até hoje nunca enviei nada para o país irmão. Os lambrettistas Brasileiros lamentam-se dizendo que aqui os preços são altos e que depois ainda têm que pagar taxas elevadas. É bem verdade e eu próprio reconheço que a  realidade Europeia em termos economicistas nada tem a haver com essa linda zona do globo, aqui por exemplo um apartamento gama média alta pode custar 500 mil euros o que daria para comprar um lote de casas no Brasil. Aqui nem tudo é bom, as mulheres têm bigode e barba e estão sempre com dores de cabeça enquanto vocês aí têm as mulheres mais belas do planeta, enfim ;não se pode ter tudo!... ]

Abraços
 

 

 
Referência : P
asseio longo ao 8º Aniversário do Vultos Moto Clube em Cotia, em 11/09/2005
por
José Roberto Daminello Filho, enviada por e-mail em 26/09/2005

Titulo : " sambando entre amigos "

Belo domingo de sol, 11/09/05.
Minha segunda viagem (passeio longo) de Lambretta. Fomos à Cotia prestigiar o evento realizado pelo Vultos Moto Clube.
Na ida, tudo maravilhoso. Fomos excelentemente recebidos, tomamos boa cerveja (ou refrigerante) e escutamos ótimos clássicos do Rock.
Na volta, conduzindo uma LI 1962 vermelha; que deve ter sentimentos, como se viva fosse; que percebeu minha pvermelhoileção pela MS 1973 amarela, na qual estreei em rodovias, indo à Jundiaí; e resolveu vingar-se de mim, como o "Boi Bandido" da novela. Eu como "peão" inexperiente, padeci.
Meus companheiros de viagem: Poló, Zé Paulo, M.Mathias, Amora e João Tadeu, este último sempre atrás como fiel escudeiro da viagem; resolveram encostar devido a algum problema em uma das máquinas. Eu imprudente e inexperientemente apenas diminui a velocidade e entrei na valeta lateral da via Anhanguera, que estava um pouco enlameada.
Ao ver o sinal do fiel escudeiro , que autorizava-me a retornar à pista, voltei já meio desequilibrado e quase fui ao chão após uma série de "rabeadas". Aprendi que devo respeitar mais nossas pequenas duas rodas e em especial a ciumenta LI vermelha 1962.

Abraços
 

 

 
Referência : História vivida pela sua mãe.
enviado por Sidney Gubitoso por e-mail em 24/09/2005

Titulo : " coisas do amor "

Quando o Sylvio estava me paquerando, isto no ano de 1960, perto da casa dos meus pais, tinha uma bica d´água.
Periodicamente ele ia buscar água com a Lambretta com  a carreta. Sempre ia acompanhado da cadela Laica.
Quando eu me aproximei do Sylvio e pus a mão no banco da Lambretta, a Laica não deixou por menos, deu-me uma mordida na minha mão. Este episódio marcou-me bastante.

Assinado por Silvana Albina Peruzzetto Gubitoso, mãe do Sidney.
 

 

 
Referência : Passeio urbano ao II Encontro de Motos Clássicas e Antigas no Pátio do Colégio em 17/07/2005
por JOSÉ PAULO AMBRÓSIO, enviada por e-mail em 09/09/2005

Titulo : " inusitado "

Voltávamos pela Avenida Radial Leste, eu na LI 62 vermelha, o Mathias na LD 58 verde e o Daminello na Mini Saia amarela  73, quando percebi que o trinco da saia lateral esquerda da LD estava aberto e a mesma estava literalmente caindo....
Desesperadamente comecei a apertar o DING - DONG da minha Lambretta para que o Mathias encostasse em local seguro e pudéssemos prender a saia. Só que o surdo não escutava o bendito som do DING - DONG.... !!!, então coloquei todos os meus dotes de goleiro e lambreteiro em prática, e acelerei a LI para ultrapassar o Mathias e literalmente AGARREI a saia no ar !
Afinal, das duas uma: ou caia a saia na Radial Leste. ou caia a saia na Radial Leste junto com a  Lambretta LI vermelha comigo guiando, é claro !!!

Abraços e Beijos
 

 

 
Referência : Passeio longo ao II Encontro de Lambrettas, Vespas e Antigas de  Jundiaí em 28/08/2005
por EDNAR PORTE, enviada por e-mail em 05/09/2005

Titulo : Agradecimentos.

Venho por meio desta agradecer com um pouco de atraso a todos os amigos da viagem de Jundiaí.
Desde a recepção na casa da família Ambrósio, nosso primeiro encontro para a viajem, depois na padaria da Anhanguera quando estávamos para sair e a minha Lambretta não funcionou.
Todos os amigos aguardavam o funcionamento quando o Pólo foi verificar o que tinha acontecido, e ele pediu uma vela e um cachimbo novo. Não era para fazer uma macumba, são os nomes referentes às peças que estavam dando problema.
Quando o genro do nosso inesquecível amigo “Amador” da oficina Free Willy tinha a vela, e o cachimbo foi arrumado pelo amigo Amorim, o vulgo “Amora”.
A lambretta funcionou e daí para frente só alegria.
Fomos bem recebidos pelo Clube da Lambretta de Jundiaí no Restaurante Spiandorello, boa comida muitas risadas e gargalhadas da boa conversa com os amigos.
No retorno paramos para abastecer as maquinas foi quando a minha Lambretta não funcionava e para ficar pior quebrou o eixo de partida dentro do motor.
Mesmo assim, tinha a vontade de todos de aguardar o que ia ser resolvido para irmos embora.
O Pólo tinha uma solução para fazer funcionar, ele ia tirar o óleo do motor à tampa lateral que tem vários parafusos depois retirar o eixo quebrado e depois montar a tampa colocar o óleo e fazer pegar no tranco. (Isso que é vontade de não deixar ninguém para traz).
E daí foi resolvido; vamos deixar ai no posto, o Zé Paulo falou vamos voltar com a minha camionete para levar embora.
E fui de carona no Chevrolet 1941 do Sr. José Ambrósio, magnífico sair de Lambretta 1961 e voltar num legitimo Chevrolet 1941.
Em São Paulo voltamos para buscar a Lambretta que foi direto para a oficina do Pólo, para ser feita a manutenção da quebra.
Então meus caros, e com imensa satisfação eu venho agradecer a todos estes amigos o apoio e a solidariedade por mim e a minha Lambretta querida.
Obrigado e precisando de mim pode contar.
Valeu mesmo.

Abraços ...
 

   
   

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